Mais do que isso, desde o começo nós colocamos em oração, pedindo que Deus nos orientasse, nos conduzisse, confirmando em nossos corações e nas nossas vidas esse desejo que tínhamos de ficar juntos. E fomos entendendo e sentindo a mão de Deus em nossas vidas.
Eu tinha o compromisso com o coral da igreja como pianista. Mas também tinha um compromisso com a regente do coral em dar apoio técnico mas também, e principalmente, como amiga. Nossa amizade foi se consolidando com a parceria à frente do coral, e nossos encontros para tomarmos café (tomar café é um modo de falar, pois ficávamos horas conversando à mesa) são momentos profundos de comunhão espiritual. Quando eu contei pra ela sobre o relacionamento, ela apoiou e essa reação dela eu senti como sendo uma resposta de Deus.
Minhas amigas da clínica de psicologia da qual eu era sócia até esse momento também me deram muito apoio e oraram pra Deus me abençoar e dirigir. Elas são pessoas em quem eu confio plenamente, e não me deixariam fazer uma loucura.
Claro, deixar emprego, casa, família, filha, pra ir pra um país estranho e casar após pouco tempo de convívio, e convívio via internet, parece loucura. Tá bom, é um pouco loucura... rs... Mas eu sei que essa reviravolta toda está nas mãos de Deus. E eu sigo confiante que Ele está conduzindo nessa direção.
A princípio pensamos que eu iria pros EUA passar quinze dias em fevereiro, voltaria para o Brasil e mais ou menos em julho iria para ficar definitivamente. Mas fomos conversando, as coisas foram acontecendo, e decidimos que fevereiro ou março eu iria já pra ficar. Havia algumas coisas que precisariam ser resolvidas e esclarecidas por aqui antes de ir, mas daria tempo suficiente pra isso. E no natal ele falou com meus pais via chamada de vídeo, falando da nossa intenção de casar.
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